Amantes de vintage por aí, saquem o caderninho de anotações! Aqui estão alguns dos brechós que amo pelo mundo afora – impossível citar todos, porque o ato de comprar vintage é inerentemente emocional, e tantas compras incríveis que já fiz foram em lugares que eu nem faço ideia do nome, ou em alguma feirinha de antiguidades que passei na frente sem querer.

Mas, para somar ao vídeo “Dicas para comprar vintage”, que entrou aqui, compartilho com vocês alguns endereços que valem a pena visitar por aí.

OBS: a ideia é sempre atualizar esse post com novos achados, então podem voltar sempre. E nem precisa dizer… dicas são MAIS que bem vindas!!!

SÃO PAULO:
Trash Chic – do tipo brechó fino, a loja é linda e tem uma seleção incrível de roupas e acessórios chiques. Conheço os donos há muitos anos, queridíssimos Loly e Joca, e foi lá que achei minha adorada bolsa Chanel uns 14 anos atrás. (site)
Juisi – brechó cheio de coisa boa para fuçar, preços mais amigos, amo a curadoria deles e ia muito quando morava no Brasil e já comprei cada coisa legal, de marca (tipo uma saia verde e branca Saint Laurent que tenho até hoje) e sem marca. (site)

LONDRES:
Rokit – brechó giga daqueles que você pode passar horas, para ativar o talento para garimpar – tem quatro unidades em Londres. (site)
Old Spitalfields Market – as feiras de antiguidade que rolam lá têm ótimas barraquinhas, o legal é que algumas são “mix de coisa” e algumas são bem especializadas em bijoux, vestidos tipo lingerie etc. (site)
Rellik – é do tipo chique, bastante coisa de marca – os preços são mais altos, mas dá para fazer achados bem legais. (site)
Deborah Woolf – é um dos meus favoritos entre todos os brechós que já fui. Menorzinho, mas a Deborah tem um arquivo absurdo de coisas e está sempre mudando a seleção da loja. Ela que fica lá, então é muito legal para bater papo, entender mais sobre as peças… (site)
Alfie’s Antique Market – Um dos mais tradicionais da cidade, é tipo um mini shopping labirinto com várias lojas, tem bastante coisa de decoração, móveis, roupas, bijoux. (site)
Peekaboo na Topshop – para quem está começando no mundo vintage, diria que é dos melhores lugares para ir. No piso -1 da Topshop gigantona da Oxford Circus há alguns corners com outras marcas, um deles é do brechó Peekaboo. Seleção enxuta e bem focada nas tendências do momento, mas tudo peça vintage! (site)

PARIS:
Kiliwatch – enorme e cheeeeio de opções, também daqueles bons para passar horas garimpando. (site)
Thanx God I’m a VIP – super organizado em modo arco-íris, tem um mix de itens de marca (imaginem como não é frutífero um brechó em Paris!) e outros sem marcas, mas tão legais quanto. (site)

MILÃO:
La Double J – criado por J.J. Martin, uma estilosa jornalista americana radicada em Milão e amante de vintage, é mix de brechó com marca própria (as roupas são feitas com tecidos vintage). Tudo super colorido e alegre, vende online ou pelo showroom com hora marcada. (site)
Madame Pauline – outro dos meus favoritos, mix ótimo de peças com e sem marca, curadoria ótima, preço honesto… Sempre vou quando estou em Milão. (site)

NOVA YORK:
Le Grand Strip – quem assistiu o #camievictakeNY vai lembrar da nossa visita a esse brechó no Brooklyn, inclusive comprei uma saia e um vestido que amo de paixão lá. Para ver mais da loja em vídeo, é no minuto 25 do EP01, vídeo aqui! (site)
What Goes Around Comes Around – é um dos brechós mais famosos do mundo, várias celebridades recomendam e tem uma seleção bem da maravilhosa, especialmente de acessórios. (site)

SÃO FRANCISCO:
Static Vintage – SF foi uma cidade que me marcou muito no quesito vintage. Na mesma rua desse tinha mais um monte de brechó incrível e eu fiz compras muito boas em todos. O que mais me marcou no Static foi o conhecimento dos vendedores, faz bastante diferença na experiência! (site)

LOS ANGELES:
Decades – outro hiper famoso pelas clientes celebridades, foi onde eu vi a maior seleção de casaquetos Chanel ever. Vale a pena caprichar no cofrinho e investir em uma, está nos meus planos heheh. (site)

FIRENZE:
Street Doing – passei na frente desse brechó totalmente por acaso, andando pelas ruas de Florença. A vitrine me chamou a atenção, bem animada e cheia de coisas legais, já dava para sentir a vibe da curadoria deles. Mas quando entrei, NOSSA, era enorme e com muuuuita coisa boa. Queria ter passado mil horas, sem falar nos donos super queridos e que sabiam bastante sobre as peças. (site)

MELBOURNE:
Monkey Jar – mais um brechó que apareceu no #camievic, dessa vez no take Austrália. Bem estilo brechó de fuçar e caçar coisas, fiz altas compras! Aparece no EP04, minuto 6:10, aqui. (site)

ONLINE:
1st Dibs – paraíso do vintage sério, daquele que é quase peça de museu. Também tem bastante joia e bijoux e decoração. Claro que nesse caso os preços são tão sérios quanto os itens! (site)
Shrimpton Couture – outro com curadoria apurada para o lado high end, cada coisa linda! (site)
Farfetch – adoooro a seção vintage da Farfetch, já que reúne montes de brechós do mundo todo. Foi lá que achei meu top e meu brinco da Chanel e meu blazer Saint Laurent dos anos 80. Único problema é que não está disponível na Farfetch Brasil, só dá para usar se entregar fora. (site)
Ebay – precisa pesquisar bastante e tomar cuidado com falsificações, mas para quem gosta de praticar o garimpo online, tem coisas beeem legais. (site)

Amo amo comprar vintage, ir a brechós e frequentar feirinhas – caçar peças incríveis e únicas, e muitas vezes por preços super amigos, é uma das minhas atividades favoritas (sem falar que é super eco-friendly dar nova vida a peças de roupas que já pertenceram a alguém). Recebo muitos pedidos de dicas de gente querendo se aventurar nesse universo que é tão especial, mas pode ser também um pouco desafiador. Pois continuando a série de vídeos Além da Beauté “Dicas para comprar…”, aqui está o prometido vídeo do vintage!

Coloquei abaixo minha “cola”, o rascunho de ideias que faço antes de gravar alguns vídeos, para quem tiver preguiça de assistir (rs!), e se você perdeu os outros dois da série, aqui estão: Dicas para comprar fast fashion e Dicas para comprar luxury.

O vestido que estou usando foi um super achado do ano 1900 no brechó Street Doing em Firenze – aqui tem post com alguns dos meus brechós favoritos pelo mundo!

Dicas para comprar Vintage:

. Esteja no clima: é muito de feeling, tem dias que não acho nada e dias que acho tudo. Não dá para forçar, o vintage é um amor mesmo, e prefiro ir com o coração aberto para o que vier, em vez de ir com algo concreto em mente

. Pratique: para mim, fazer compras em geral é um exercício e um “talento” que podemos sempre melhorar, autoconhecimento de saber nosso corpo e nosso guarda roupa e nossos gostos etc, e isso vale ainda mais no vintage. Quanto mais você entrar em brechós e optar por comprar vintage em vez de coisas normais, mais habilidade você vai adquirir

. Aprenda o que você gosta de comprar vintage: eu por exemplo amo vestidos de noite, vestidos de verão, camisas e bijoux. São sempre as primeiras coisas que olho, para já sacar se estou num bom dia para brechó e se me conectei com a vibe do lugar. Mas de novo, é um processo muito mais emocional que racional, às vezes você se apaixona BUM por uma coisa que não imaginava!

. Lembre-se que só tem um, então se você amou muito é bom levar. Mas não compre no impulso, SEMPRE experimente, visualize se precisa algum ajuste (super ok e normal fazer ajustes em vintage) e pense em como aquela peça vai se encaixar no seu guarda roupa antes de decidir

. Entenda os diferentes tipos de brechó: tem os enormes lotados de coisa que exigem mega disposição para caçar tesouros e costumam ter preço bem amigo – nesses a satisfação de encontrar algo é enorme! No extremo oposto, tem brechós super “finos”, só com coisas de marca, um ambiente mais organizado. Se você quer algo de grife, esses são as melhores pedidas. Tem também os que levam o fator vintage super a sério, onde todas as peças vêm com a década, são itens mais especiais, mesmo que não sejam de marca

. Acredite no online: se você já conhece seu corpo e suas medidas, se jogue sem medo nos brechós virtuais / 1st Dibs / Ebay etc. Tem muuuita coisa boa na internet se você procurar bem!

Imagens inspiradoras em uma das minhas cores favoritas: cinza! Tão simples, tão maravilhoso.

No Pinterest do DDB tem mais, confiram aqui.

{Fotos: Pinterest, Elizabeth Kimberly, Studio Loft Kolasiński e reprodução Instagram @maedchenflohmarkt}

Videozinho Além da Beauté que eu estava super devendo para vocês: como transformar seu panneau em vestido/saída de praia. Antes, vamos falar do panneau: ele nada mais é que um lenço gigante, que pode ser usado de várias formas, dependendo da amarração que você fizer. Amo essa versatilidade!

Sempre que viajo para lugares praianos, levo algum panneau comigo – além de versátil, é prático e charmoso, dá para sair com ele de manhã e ir mudando a amarração, para ter vários looks em 1 (e ele ainda funciona como canga!).

Já recebi muitos pedidos para ensinar as amarrações que faço sempre, então aqui vai! O MELHOR de tudo? É muuuito mais simples do que parece! Ah, também amo usar lenços no cabelo, e para isso tem um outro vídeo aqui e aqui.

No vídeo usei um panneau da Vanda Jacintho e um da Van Cleve, as duas marcas tem opções lindas.

Rimowa do bolsinho de fora – tento ao máximo viajar só com mala de mão, e essa é muito espaçosa e prática! O bolsinho externo facilita muito a vida, para tirar laptop e nécessaire de líquidos na hora do raio x sem precisar abrir a mala toda.

Nécessaire de líquidos – mesmo quando despacho mala levo comigo alguns produtos essenciais para o vôo, e para não ter problema caso a mala não chegue. Tudo com menos de 100ml numa bolsinha transparente, como manda a regra: desodorante, perfume, água termal, algum serum de ácido hialurônico para re-hidratar – no momento estou amando o Mineral 89 da Vichy -, um mini Sensibio Bioderma, Ginger Flight Therapy da Aesop, que é uma aromaterapia para o vôo, e creme de mão – obcecada pelo La Crème Main da Chanel, é surreal. Também levo alguma sheet mask, dessas individuais, para colocar depois que apagam a luz (não quero assustar os amiguinhos). O ar do avião é muito ruim para a pele, então faço o que posso para mantê-la feliz. AH e Bepantol, a pomada mesmo, que é o que salva meus lábios na secura do vôo! Esse é fundamental na foto kkkk

Máscara de dormir Nidra – a Olivia da Dominique me deu essa máscara e, sem exageros, ela mudou minha vida. Parece um “sutiã” então tapa 100%, mas sem apertar, você consegue abrir os olhos e está tudo escuro… Muito muito boa para dormir no avião!!!

Legging + moletom de capuz + tênis – amo me arrumar, mas na minha cabeça aeroporto e avião não são o momento para isso, priorizo total o conforto e a praticidade, tipo uniforme mesmo. Para voos longos vou de legging (com meia de compressão por baixo), camiseta confortável e moletom de capuz, gosto de me sentir num casulo no avião! Tênis, fácil de por e tirar no raio X e também no vôo, e levo uma meia gostosa para usar durante. Sempre tenho comigo algum “pano”, aqueles cachecóis mais largos da Zara que parecem um cobertor, porque ninguém merece passar frio no avião – e é SEMPRE frio!

Chinelinho – se o vôo é longo eu coloco na mala de mão um chinelinho desses de hotel, para não sujar a meia confortável quando for ao banheiro. Parece frescura (e é!!), mas são detalhes que tornam a experiência mais agradável

Algum fone ninja – o meu é da escandinava Sudio Regent, mas estou namorando os Ear Pods da Apple também. Ouvir música no avião é fundamental para mim, faz parte do processo casulo, aproveito muito esse momento para relaxar, desconectar, trabalhar, e o casulo ajuda muito

Playlist no Spotify – tem que lembrar de baixar sua playlist favorita para conseguir ouvir off-line durante o vôo. Eu amo ouvir rock, jazz, música clássica (Mozart é demais para escrever) ou um compilado de músicas favoritas de varias épocas da vida que tenho numa playlist “avião”. Vale a pena montar uma!

Laptop + revistas + celular com carregador – o avião para mim é um dos melhores lugares para trabalhar, sem distrações da vida e do celular. Eu rendo que é uma beleza, e me recuso a ligar o Wi-Fi se ele estiver disponível. Então estou sempre com meu laptop (para escrever) e com meu celular carregado (para adiantar e-mails ou ler artigos que salvei no app Pocket, que falei sobre algumas colunas atrás). Também amo esse momento para colocar em dia a leitura das revistas.

Garrafona de água – antes de embarcar eu compro a maior garrafa de água que encontrar no aeroporto, é fundamental hidratar bem durante o vôo e não dá para depender daquele copinho mini que eles dão no avião né!

Achou que mules e slides eram modinhas passageiras para os pés? Pois eles não estão dando sinais de cansaço! Eu virei uma fã e usuária fiel das mules sem salto, elas roubaram o lugar das sapatilhas nas minhas produções – mesma praticidade, mas com um ar mais atual. A queridinha, claro, é a da Gucci com pelinho, mas existem váárias opções legais hoje em dia por aí!

Já os slides, que são as sandálias de tira grossa que lembram a boa e velha Rider, também seguem firmes e fortes em mais um verão que chega no Hemisfério Norte, e arrisco dizer que ainda têm fôlego para mais algumas temporadas.

Ok, quis fazer uma batalha fashion, mas a verdade é que gosto dos dois modelos e acho que ambos podem ter espaço no seu guarda roupas! Veja abaixo uma seleção de mules e slides para comprar já:

Olá Junho, olá clima de inverno no Brasil… Por mais que eu adore o verão, confesso que tenho um fraco especial por roupas de inverno! Para ajudar vocês a montar produções agora que os termômetros estão caindo, dei um giro pelos meus e-commerces favoritos e selecionei as peças e acessórios mais bacanas para investir este mês. Os preços vão de R$ 39 (kit de anéis Amaro) a R$ 7.900 (bolsa Chloé)

Os destaques ficam para a saia de couro midi da Amaro, que eu inclusive já tenho e estou usando sem parar (mesmo na primavera não tão quente de Londres!); para a bota de sola tratorada que acrescenta aquele peso de inverno a qualquer produção (adoro com vestidos fluidos estampados); e para o vestido de veludo molhado vermelho – acho que é um dos meus tecidos favoritos. Já a peça fundamental da temporada, que você pode comprar sem medo e usar sem parar, é algum top de gola alta.

  • Bolsa tiracolo mini ‘Kan I F’ de couro – Fendi (aqui)
  • Bota coturno tratorada flat – AMARO (aqui)
  • Bolsa tote ‘Roy’ – Chloé (aqui)
  • Vestido – Le Soleil D’Été (aqui)
  • Saia de couro midi – AMARO (aqui)
  • Blusa gola rolê cashmere – 2Essential (aqui)
  • Sobretudo pink – Framed (aqui)
  • Tricot rosa – Cruise + Gallerist (aqui)
  • Kit de anéis – AMARO (aqui)

Aproveitando o gancho, fizemos um post com inspirações de looks para o inverno (aqui).

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O inverno chegou oficialmente hoje às terras brasileiras e, junto com ele, aquela dúvida que se repete todos os anos: com que roupa eu vou?

Nosso Brasilzão enorme tem inverno de todos os tipos: do congelante no Sul ao praticamente inexistente no Norte e no Nordeste. Pensando nisso, fizemos um board bem lindo no Pinterest (aqui) com várias inspirações – seja o seu inverno mais ou menos frio, você com certeza vai achar ideias para incorporar no dia a dia dos próximos meses.

Para dar um gostinho, na galeria abaixo compartilhamos alguns de nossos looks favoritos.

{Fotos: Rebecca Lewis | Brian Dowling – Getty Images, Pinterest, The Man Repeller, Debiflue, Fashion Me Now, We Wore What e reprodução Instagram @oliviabynature}

Estive em Paris a convite da Dior para o desfile Cruise, que sempre acontece em maio e, ao contrário dos desfiles do calendário “normal” de prêt-à-porter, é uma experiência que vai muito além do desfile em si. Lembram do ano passado, que foi em um cânion perto de Santa Monica, em Los Angeles? Fiz vlog, aqui!

Dessa vez o destino escolhido foi Paris – mais precisamente os estábulos do lindo castelo de Chantilly, que fica a uma hora da cidade. Tivemos um incrível jantar de boas vindas (imaginem só que a Dior fez simplesmente um takeover de um restaurante e transformou no “Chez Christian”, com tudo personalizado), um almoço igualmente lindo no bateau mouche na beira do Rio Sena (parecia mais um casamento desses de dia, bem chique), e finalmente o desfile com after party nos estábulos. Foi uma das minhas coleções favoritas da Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, até hoje – queria todos os vestidos com cinto, as botas pesadas, os chapéus lindos, as peças com estampa toile de jouy estilizada, os acessórios…

Também passei no backstage para bater um papo com Peter Philips, diretor de maquiagem da Dior, que me mostrou toda a nova linha Backstage – está incrível!

Confiram tudo no vídeo!

Brasil: Remanso do Bosque, em Belém. Sem dúvidas uma das experiências gastronômicas mais memoráveis que já vivi, morro de vontade de voltar para Belém para comer de novo o peixe Filhote na brasa, os cubinhos de tapioca e as sobremesas incríveis!

França: o que poderia ser mais icônico que jantar no alto da torre Eiffel? E não pense que é um restaurante daqueles meio mais ou menos que só se aproveitam da locação: o Jules Verne, do estrelado chef Alain Ducasse, tem comida e serviço impecáveis, mais a vista de tirar o fôlego. Dica: reserve para jantar cedo, assim você aproveita o visual tanto de dia, quando à noite.

Dinamarca: um dos países mais incensadora no mundo da gastronomia, e não é para menos – o Noma, número 1 do mundo, fica lá. Mas minha dica é o Geist, que tem cardápio incrível com muitas opções interessantes de pratos com vegetais e legumes (os dinamarqueses arrasam nessa seara!), e um ambiente agradabilíssimo com terraço cheio de plantas. Legal para almoçar, também fica super animado à noite.

México: falando em Dinamarca, minha dica por lá é o Arca, na charmosíssima Tulum, comandado pelo chef mexicano e ex-Noma Jose Luis Hinostroza. Não se deixe enganar pela locação rústica e atmosfera relax: os pratos são um primor, bem como os drinks de Mezcal!

Inglaterra: a cidade que escolhi para morar tem inúmeras opções de restaurantes incríveis, para todos os gostos, bolsos e moods. Um lugar que sempre indico para quem vem visitar é o Wolseley, tradicional sem ser “velho”. É lindo e grandioso e boa pedida a qualquer hora, do café da manhã a um jantar tarde da noite (é dos raros lugares na cidade que ficam abertos até meia noite!

Portugal: difícil a missão de escolher apenas um restaurante em Portugal, especialmente em Lisboa, onde há tantas ótimas opções. O Mar do Inferno, em Cascais (15 minutos de comboio, o metrô local, de Lisboa), é imperdível: vista para o mar e todo tipo de arroz delicioso que você puder imaginar!! Sem falar nos Percebes, fruto do mar que é uma iguaria local… Eu amo!

Menção honrosa – Itália: inacreditável uma Copa do Mundo sem a Itália, mas esse ano será assim. Mas como é meu país favorito no mundo para comer, ganha menção honrosa na coluna! A dica é o Conca del Sogno, que fica na Costa Amalfitana. Dá para chegar de carro ou de barco, saindo de Capri, o que já vale o passeio, e ficar tomando sol antes de sentar para almoçar. Prepare-se para se esbaldar na pasta com vongole e nos peixes frescos, e não deixe de tomar o Limoncello no final.

Marrocos: há diversos lugares em Marrakesh para degustar da deliciosa culinária local – sou louca por cuscuz marroquino! Um que tem espaço no meu coração é o Dar Moha, não apenas pela comida, mas a experiência como um todo: o restaurante fica na casa que foi do estilista Pierre Cardin (amo lugares com história), e almoçar no terraço, fresquinho e cheio de plantas, é uma delícia.

Rússia: Quando estive em Moscou pedi algumas dicas para um amigo que mora na cidade, e o briefing foi: lugares jovens e descolados. Porque os tradicionais são fáceis de encontrar na cidade, e eu queria conhecer os points frequentados pelos locais “na vida real”. O Uilliam’s foi uma dessas recomendações, e gostei tanto no almoço que quase voltei no jantar! Arejado, com almofadas para sentar do lado de fora, ele também fica super badalado à noite, e a região é bem legal para explorar.

Austrália: Bondi Beach, em Sydney, é um dos cartões postais da Austrália, e almoçar no North Bondi Fish é uma das melhores maneiras de viver o lifestyle local. Com terraço e vista para a praia, tem cardápio com opções leves e deliciosas para compartilhar – os peixes e os pratos vegetarianos são deliciosos. Cheio de gente linda, também é ótima pedida para um drink no por do sol.